S o m o s S M A R T , U n i p e s s o a l , l d a
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A Finlândia mostra, como é possível alcançar a excelência a partir de uma base muito sólida Na Finlândia, as crianças estão no centro da sociedade e isso é demonstrado pelas políticas de educação. A base começa antes da escola com treino para futuros professores. Aliás, os professores finlandeses desfrutam de profundo respeito, reconhecidos como profissionais sérios. Além de serem, em média, mais jovens do que seus colegas europeus, os professores finlandeses recebem treinamento de alto nível. Na Finlândia para se tornar professor, é preciso fazer um mestrado e especialização, mas a grande diferença é que, no decorrer dos estudos universitários, os futuros professores passam a lecionar em creches como professores adjuntos. É um verdadeiro estágio que explica porque o corpo docente finlandês é mais jovem e, em média, mais preparado que no resto do mundo. O sistema escolar do país é integrado e descentralizado. Na Finlândia, a experiência escolar começa:
As crianças podem começar com vinte horas semanais, mas aumentam se os pais estiverem trabalhando ou estudando. Muito tempo é dedicado às atividades ao ar livre, e as instalações da escola são abertas e interligadas com o ambiente natural que as cerca. Creches e jardins de infância também são de alto padrão e públicos, ajudando assim a garantir que os menores, ao entrarem na escola primária, tenham todos a mesma preparação. Na Finlândia, existe uma única escola obrigatória e gratuita, que começa aos 7 e termina aos 16. Não há lacunas entre a escola primária e a secundária, ou aprovação nos exames, como acontece em outros países, porque a fase de transição pode ser muito stressante para o aluno, além disso, não há escolas particulares e todas as instituições no país estão no mesmo nível de excelência. Sem contar que não há testes ou avaliações. No final da escolaridade obrigatória, aos 16 anos, o aluno pode optar por frequentar um “liceu”, que é um curso preparatório para a universidade, o curso tem duração de três anos e os alunos devem fazer testes seletivos para entrar na universidade ou realizar um curso profissionalizante para entrar no mundo do trabalho. No sistema de ensino da Finlândia, existem algumas disciplinas básicas e outras que podem ser geridas pelos municípios e diretores, já que a gestão é descentralizada salientando que os professores têm total autonomia pedagógica em termos de método, livros didáticos e outros materiais, a autonomia ainda mais ampla no ensino universitário, os cursos são semestrais ou trimestrais e, no final, não há rejeição, mas sim uma nota que o aluno merece, se o aluno necessitar de resgatar alguma matéria, haverá um professor de apoio. |
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A Finlândia é um dos países que se destacam como a melhor educação do mundo. Com ensino gratuito e multidisciplinar, representa um exemplo transformador do sistema educacional. No ranking do Pisa (Prog. Internacional de Avaliação de Alunos, aparece sempre entre os primeiros colocados.
Apoio a atividades físicas:
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Algumas curiosidades interessantes sobre um dos melhores sistemas educacionais do mundo. Brincadeira é coisa séria:
Há pouca lição de casa:
Autonomia dos alunos:
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Síntese de citação de Jacques Delors no seu Relatório resumindo os 4 pilares da educação, … “… Para poder dar resposta ao conjunto das suas missões, a educação deve organizar-se em torno de 4 aprendizagens fundamentais que, serão os pilares do conhecimento:
(pp.89-90) …” |
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“A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. |
A importancia da Educação, com utopia no contexto da Sociologia da Educação, e da escolarização focada em novos contributos para a teoria social da educação |
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